Sem carisma e engessado, Carlos Brandão, aposta todas suas fichas em 60 dias de São João e muita mídia, para desviar atenção dos reais problemas do Maranhão

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De cofres vazios — Assim deixou o ex-governador Flávio Dino (PSB), o estado para o governador Carlos Brandão (PSB), com uma máquina totalmente inchada abarrotada de aliados políticos do ex-governador para poder fazer política usando a estrutura do estado como medida desesperada a tentar desbancar o senador Roberto Rocha (PTB), da sua reeleição ao senado.

Com várias secretarias de estado sem às minímas condições de fazer política por conta do engessamento financeiro deixado pelo ex-governador Flávio Dino e seu secretariado, restou a missão de carregar o governo nas costas para a secretaria de Cultura, que tem como atual chefe, o vereador de São Luis licenciado, Paulo Victor.

O desespero do grupo é tão grande e nítido, que sem condições de realizar campanha política com as estruturas das demais secretarias estaduais, Carlos Brandão, tenta desvia o foco de uma gestão falida e sem avanços sociais, realizando dois meses de São João, mirando todo poderio de mídia do estado para vender uma imagem que não existe.

Enquanto isso, às rodovias estaduais, os serviços de FerryBoats, o desrespeito quanto ao aumento do salário de professores e outros infinitos problemas, batem à porta do governo diuturnamente, e vem sendo empurrados para baixo do tapete.

Apesar da adesão de muitos deputados e prefeito ao projeto de Brandão, o nome do atual governador nunca caiu nas graças do povo e não decolou até agora. Desesperado, ele aposta tudo em 60 dias festas para tentar vender sua imagem e criar simpatia para o povo maranhense, só que os indicadores mostram que o barco socialista está afundando e no segundo turno o capitão Brandão irá se afogar sozinho.

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