O prefeito de Presidente Juscelino, Dr. Pedro Paulo, passou quatro anos escondido, sem governar, e agora resolveu aparecer. Mas não para cuidar da cidade que elegeu ele. Em vez de resolver escolas caindo aos pedaços, merenda escolar de péssima qualidade e salários atrasados dos servidores, Pedro Paulo preferiu usar uma ambulância como palanque para invadir Cachoeira Grande e tentar impor sua esposa como candidata a prefeita.
O abandono em Presidente Juscelino
Enquanto o prefeito se ocupa de costurar alianças em território vizinho, a realidade em Presidente Juscelino é de puro abandono: estudantes em salas sucateadas, mães reclamando da falta de merenda digna e servidores sem receber em dia. É esse o retrato da gestão de Pedro Paulo. A pergunta que ecoa é simples: se ele não conseguiu cuidar da própria cidade, como pretende transformar Cachoeira Grande em projeto de poder familiar?
A primeira-dama milionária?
A esposa do prefeito, atual secretária de Educação, virou peça-chave dessa jogada política. Ostenta um padrão de vida incompatível com o salário que recebe da prefeitura e, em vez de mostrar trabalho na educação, virou “tábua de salvação” do marido. O que está por trás dessa candidatura? Ambição pessoal ou compromisso real com o povo de Cachoeira Grande?
Obras suspeitas e caixa eleitoral paralelo
Para piorar, paira a sombra das obras suspeitas em Presidente Juscelino, como a Arena Esportiva, marcada por licitação contraditória e cheia de vícios formais. Estariam esses recursos servindo para financiar o sonho da família em Cachoeira Grande? Estaria o dinheiro que falta para pagar os servidores e garantir merenda de qualidade indo parar em campanha política?
O povo de Cachoeira Grande precisa abrir os olhos. Querem transformar o município em refúgio político de quem não conseguiu governar a própria casa. Se em Presidente Juscelino o saldo é atraso, descaso e suspeita de irregularidades, o que esperar caso o mesmo grupo coloque as mãos no poder em Cachoeira Grande?
