fernando pessoa
Prefeito de Tuntum, Fernando Pessoa

Caos em Tuntum: Demissões em massa e salários atrasados marcam o início sombrio de 2026 na gestão Fernando Pessoa

O ano novo começou com um cenário de incertezas e desespero para centenas de famílias em Tuntum. Além do já conhecido “ritual” de atrasos salariais na saúde, o prefeito Fernando Pessoa promove um corte severo no quadro de funcionários, mergulhando a cidade em uma crise social e administrativa.

O que deveria ser um período de planejamento e novas metas transformou-se em um pesadelo para os servidores municipais de Tuntum. Sob o comando do prefeito Fernando Pessoa, o município atravessa uma tempestade perfeita: de um lado, demissões em massa que retiram o sustento de pais e mães de família; de outro, o atraso inadmissível dos salários de quem permanece trabalhando, especialmente na linha de frente da Saúde.

O início de 2026 em Tuntum está sendo marcado por uma “limpeza” no quadro de pessoal. Relatos indicam que as demissões em massa atingiram diversos setores da administração, deixando serviços essenciais desguarnecidos e centenas de profissionais desempregados da noite para o dia. A medida, vista por muitos como arbitrária, não veio acompanhada de um plano de transição ou de justificativas técnicas plausíveis, gerando um clima de medo e instabilidade no funcionalismo público.

Enquanto alguns perdem o emprego, os que ficam sofrem com o descaso financeiro. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Tuntum (SINDSERT) emitiu uma nota oficial de repúdio contra o atraso dos salários de dezembro dos profissionais da saúde.

A denúncia é grave: o sindicato afirma que a prefeitura possui os recursos em conta, mas se recusa a efetuar o pagamento. “Salário é direito, não favor!”, diz o texto da nota, que exige respeito imediato aos profissionais que garantem o funcionamento dos hospitais e postos de saúde da cidade.

Não é a primeira vez que a gestão de Fernando Pessoa é alvo de críticas por atrasos. O que a população chama de “ritual” parece ter se tornado uma estratégia política ou administrativa que penaliza o trabalhador. A falta de transparência sobre o destino dos recursos públicos levanta questionamentos sobre a real saúde financeira do município e as prioridades do prefeito.

A combinação de demissões e falta de pagamento trava a economia local. Com menos dinheiro circulando, o comércio de Tuntum sofre as consequências imediatas. Além disso, a qualidade do atendimento público tende a cair drasticamente, já que profissionais desmotivados e equipes reduzidas não conseguem suprir a demanda da população.

A sociedade civil e os órgãos de fiscalização, como o Ministério Público, são agora a última esperança para que a lei seja cumprida e o respeito ao trabalhador de Tuntum seja restaurado.

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