Na última quinta-feira os vereadores Marivaldo, Miércio e Joilson Sá do município de Alcântara denunciaram irregularidades graves envolvendo a administração da Policlínica do Cujupe. As acusações recaem sobre a diretora administrativa Vilmarine da Conceição e o supervisor administrativo Mailson Mendonça.
Segundo os parlamentares, há denúncias de favorecimento político dentro da unidade, com suposta priorização de atendimentos para pessoas ligadas ao município de Bequimão, enquanto pacientes de outras cidades estariam sendo prejudicados.
As acusações se tornam ainda mais graves diante dos relatos de cancelamento de consultas já agendadas para dar lugar a pacientes supostamente indicados politicamente pelos gestores denunciados. A prática, se confirmada, representa desrespeito à fila de espera, afronta ao princípio da igualdade no acesso à saúde pública e prejuízo direto à população que aguarda atendimento especializado.
Funcionários da Policlínica do Cujupe denunciam um verdadeiro cenário de pressão psicológica, perseguição e abuso de autoridade dentro da unidade de saúde. As acusações recaem contra a diretora administrativa Vilmarine da Conceição e o supervisor administrativo Mailson Mendonça.
De acordo com os relatos, trabalhadores vêm sofrendo constantes humilhações, intimidações, cobranças abusivas e perseguições internas, gerando medo, sofrimento emocional e um ambiente de trabalho insustentável. Muitos funcionários afirmam que vivem calados por receio de represálias e punições.
Além do assédio moral, as denúncias também apontam casos de desvio de função, onde servidores são obrigados a exercer atividades diferentes das suas atribuições, sem respeito, reconhecimento ou qualquer garantia legal, até pessoas que não são do quadro, ele coloca para procurar prontuários.
Os denunciantes afirmam que a situação chegou ao limite e cobram providências urgentes das autoridades competentes. “A Policlínica, que deveria ser um ambiente de cuidado e humanização, estaria sendo transformada em um local de medo, perseguição e abuso de poder”, relata um funcionário que preferiu não se identificar.
Outro funcionário relatou: “se não fazemos o que Mendonça manda, ele ameaça que a EMSERH vai demitir várias pessoas. Vivemos com medo, vários funcionários estão doentes psicologicamente e outros tiveram sorte de conseguir a transferência para outro local.
